O vento é um danado! Por onde passa, insiste, varre, e causa um reboliço. Leva as folhas secas, (já mortas) para seus indefinidos cemitérios... Ele passa as pressas, faz um cortejo às árvores e beijam os rostos conhecidos... Os desconhecidos, ele só acaricia. Torna sua passagem incerta, passa e às vezes nem percebemos, mas nunca deixa que suas passagens sejam sem vida.
Leonam Sandes
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